CRAC com prejuízo na ordem dos 40 mil euros

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O dia 7 de fevereiro ficou marcado na história da CRAC como uma tragédia material que poderia ter sido muito pior, nas palavras de Fernando Cartaxo, o presidente do clube de Parada de Cima: “mais de metade do telhado voou, e a estrutura de suporte ficou claramente danificada. Felizmente, ainda assim, foi à hora do almoço, porque se tem sido de manhã, quando se realizavam os jogos da formação, poderia ter sido uma tragédia humana muito pior”.

“Neste momento, nos balneários chove como na rua. A ideia é ou conseguir terminar os balneários novos, que estão a construir, ou remediarmos o telhado destruído, mas qualquer uma das opções vai demorar o seu tempo, porque não há empresas disponíveis para arranjar no imediato. Temos de tirar o resto do telhado para recomeçar a utilizar o campo, porque como está é inseguro. Essa é a prioridade. Vamos ser nós, no próximo sábado, se o tempo permitir, sem vento, que vamos tirar as telhas e o resto da estrutura”, explica a O Ponto, Fernando Cartaxo.

Entre o telhado, a iluminação que ficou a 50 por cento, com muitos holofotes, nas várias torres, a tombarem, e, também, substituir os acrílicos dos bancos de suplentes que voaram, o prejuízo, segundo o responsável, pode ficar entre os “35 e os 40 mil euros”.

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