Dias de chuva e vento deixam marcas por todo o concelho

Ambiente
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A passagem, nos últimos dias, de um prolongado “comboio de depressões” pelo território continental português trouxe chuva intensa e persistente, vento forte e episódios de cheia em várias regiões do país, com particular incidência no distrito de Leiria. Na região de Aveiro, o mau tempo fez-se sentir com especial intensidade, provocando a subida dos caudais, a saturação dos solos e um conjunto alargado de ocorrências, entre inundações, transbordo de linhas de água, cortes de estradas e falhas no fornecimento de energia elétrica. Perante este cenário, e na sequência das depressões Kristin, Leonardo, Marta e, mais recentemente, Nils, o Governo decidiu prolongar a situação de calamidade até 15 de fevereiro em 68 concelhos, entre os quais Vagos, onde o mau tempo também deixou marcas visíveis, com danos em coberturas de habitações, quedas de árvores, ruas inundadas e diversos constrangimentos na circulação – como foi o caso do corte da N109 em Santo André. 

De acordo com o comandante dos Bombeiros Voluntários de Vagos, José Santos, há uma vítima mortal a lamentar no concelho: um homem de 72 anos, residente em Lameiro da Serra, que perdeu a vida na sequência da queda de um telhado enquanto procedia à reposição de telhas. 

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