Arminda Bolais Mónica, 85 anos; Ricardo Domingues, 45 anos; Tomás Cruz, 17 anos; ChatGpt (tecnologia lançada em novembro de 2022)
O Natal é, por tradição, uma festa de família. Genericamente, é um tempo de acolhimento, de simplicidade, de aproximação, de encontro. Mas temos a sensação, hoje, que esses valores se degradam cada vez mais, que a sociedade é superficial e materialista e que a essência deste tempo se perdeu algures na nossa história. Por isso, juntámos testemunhos de três gerações neste texto para comparar o modo como se tem vivido, nas famílias, a quadra natalícia. No fim, ainda juntamos a curiosidade de uma resposta da tecnologia ChatGpt.
Como era há 60-70 anos
Em conversa informal entrevistámos a senhora Arminda Bolais Mónica que, com 85 anos hoje, recorda o tempo de criança, há cerca de 75 anos, e nos diz que: "na consoada comíamos grelos, batatas e bacalhau. Havia prendinhas, mas eram uns rebuçados e outras coisitas. Púnhamos as meias na chaminé na noite de Natal e agente alevantava-se de manhã e íamos a correr para a chaminé...”.
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