Esta é a história de João Francisco Curto, um vaguense, de Fonte de Angeão, que a 25 de Abril de 1974 estava na Base do Alfeite, em Lisboa, onde cumpria, na Marinha, o serviço militar obrigatório de quatro anos. É uma crónica de final feliz, naturalmente, tal como quase toda a “Revolução dos Cravos”, que poderia ter sido completamente diferente se “tudo não estivesse tão bem combinado e preparado”.
João Francisco Curto primeiro “deu o salto” para França, para, tal como muitos outros jovens, fugir à tropa e à possibilidade de ir para a Guerra do Ultramar.
[Notícia completa na edição impressa ou online]