Fugir “a salto” da ditadura - Adelino Malta

“Chegámos às 11 horas da manhã e às 12h30 já estávamos a trabalhar”

Cultura
Emidio

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O balde de água fria com pão foi a melhor sopa que podia ter pedido. Afinal, estavam há três dias sem comer, numa viagem a salto até França cujo arranque foi decidido em apenas 24 horas. Para ir, Adelino Malta pagou 15 contos – que, na altura, dava para pagar meia casa. E nem a França foi suficiente para fugir à tropa. O “desertor” regressou, cumpriu com o dever à pátria e acabou por regressar a França, já de forma legal. E por ali ficou até, um dia, regressar a Portugal.



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