Rui Cruz regressa à presidência da câmara municipal de Vagos com um programa que combina ambição, reformas estruturais e várias frentes de negociação que considera determinantes para o futuro. Da ligação da Zona Industrial de Vagos à A17 ao futuro do Colégio de Calvão, passando pela criação do Serviço Municipal de Saúde, pela reorganização profunda dos serviços municipais, pela habitação municipal a custos controlados e pela redefinição das respostas sociais, o autarca coloca em cima da mesa um ciclo político que exige planeamento rigoroso e sustentabilidade financeira. Em entrevista a O Ponto, explica porque acredita que “não há impossíveis” e detalha as prioridades do “novo rumo” que quer imprimir ao concelho.
No discurso de posse afirmou: “não me ensinaram a desistir. Somente sei insistir, persistir e resistir até atingir aquilo que almejamos”. Quais são os “impossíveis” que gostaria de concretizar neste mandato?
Não acredito em impossíveis. A ciência demonstra que aquilo que um dia parece inalcançável, mais tarde se torna banal. O que existe é a perceção do impossível num determinado momento, e isso está profundamente ligado ao nível de ambição que assumimos.
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