Natural de Vouzela, José Santos chegou ao comando dos Bombeiros Voluntários de Vagos em janeiro de 2023, primeiro como comandante interino e, mais tarde, assumindo funções de forma permanente. Dois anos depois, em conversa com O Ponto, o comandante reflete sobre o dia a dia do corpo de bombeiros, as dificuldades de conciliar a vida profissional com o voluntariado e as suas expectativas quanto ao futuro de uma corporação que, nos últimos anos, tem conseguido crescer – neste momento, são quase 80 operacionais. Explica, igualmente, a importância de manter uma boa relação com a direção da Associação Humanitária, elogia a proatividade dos seus operacionais e destaca o inexcedível apoio que a comunidade vaguense tem demonstrado sempre que sai à rua mais um peditório.
Que balanço faz destes dois anos como comandante dos BVV – Bombeiros Voluntários de Vagos?
O balanço é, obviamente, positivo. Nem tudo foram alegrias e sucessos, mas o balanço final é muito bom. Ser comandante de um corpo de bombeiros com uma componente humana como a que temos em Vagos torna tudo mais simples.
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