No último dia de setembro, o auditório do Centro de Educação e Recreio acolheu mais uma sessão ordinária da Assembleia Municipal de Vagos (AMV) onde se abordou a derrocada no Palacete Visconde de Valdemouro, uma extraordinária devolução do IRS às famílias e outros assuntos de relevo.
No início da sessão, Rui Santos lamentou a derrocada registada no Palacete Visconde de Valdemouro no início do mês. “Foi e é a casa da Assembleia Municipal. Deixo uma palavra de profundo lamento e tristeza pelo acidente ocorrido no Palacete”, sublinhou. Silvério Regalado abordou o tema durante a resposta ao cidadão Paulo Grave, que interveio no espaço reservado ao público, voltando a reiterar que “foi um acidente” e que a Câmara Municipal de Vagos (CMV) nunca foi alertada para o perigo do edifício ruir. “Era feita uma análise topográfica semanal e, nessa manhã, foi feito o 22.º relatório que indicou que o edifício estava exatamente no mesmo sítio (…) No final, o aspeto exterior do edifício será exatamente o mesmo que tinha”, concluiu. Sidónio Sansana, do Chega, pediu que se assumissem responsabilidades. Já Oscar Gaspar, do PS, sublinhou que “têm de ser apuradas causas, responsabilidades e consequências”.
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