Grupo Cénico Arlequim impedido de entrar no Museu do Brincar

Vagos
Emidio

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Uma alegada apropriação indevida de bens do espólio do Museu do Brincar, ocorrida a 11 de dezembro, está na origem de um conflito institucional entre a câmara de Vagos e o Grupo Cénico Arlequim. Em causa estão 18 caixas de objetos retiradas das instalações do museu por Carlos Rocha e Ana Barros, dirigentes da associação, divergências sobre a titularidade desses bens, um impasse quanto ao acesso ao edifício - que funciona simultaneamente como espaço museológico e sede social da coletividade -, e a legitimidade dos procedimentos adotados por ambas as partes.

No entender do presidente da câmara, Rui Cruz, o que ocorreu nodia 11 de dezembro configurou uma “apropriação ilegal e abusiva de bens” que se encontravam “àguarda do município”. 

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