O Coral de Santa Cecília, de Calvão, tem a agenda dos próximos meses repleta de espetáculos, a solo, mas também em parceria com o Coral do Oeste e com a Banda de Vagos. Qual o motivo desta “azáfama” e que eventos estão preparados, foram as perguntas que O Ponto colocou a Fernando Fernandes, o maestro do Coral, que nos pôs a par das novidades e de todos os pormenores. Serão momentos, garante, de qualidade e de originalidade.
As dificuldades de todos os corais
A comemorar quase dez anos à frente do Coral de Santa Cecília, Fernando Fernandes reconhece que o tempo tem passado depressa, e que existe um pré e um pós pandemia para todos os corais do país, mas sobretudo para o que dirige no concelho de Vagos: “na altura em que entrei, mudei um pouco um repertório no sentido de atrairmos novas vozes, e antes da pandemia tínhamos um coral infantil e juvenil, que nos dava algum suporte e esperança para o futuro. Com a pandemia, tudo isso acabou, e nesta altura só temos um desses coralistas a tempo inteiro e um outro de forma menos constante. E isso, agora, torna-se uma questão, porque como temos muitos espetáculos, muitos convites por retribuir, a dificuldade aumenta”.
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