Findas as hostilidades, é altura de fazer o rescaldo da temporada atípica da ADV. E atípica porquê?
Em primeiro lugar, porque o clube, histórico e com credenciais no basquetebol nacional feminino, viu-se relegado para a divisão secundária, num cenário estranho, pouco atrativo do ponto de vista de recrutamento e com reduções drásticas a nível orçamental. E atípica também porque, à boa maneira do “desenrascanço”, a solução passou pela prata da casa, com dois nomes sobejamente conhecidos nos meandros da bola ao cesto – Armando Mouro e Hugo Fernandes – a aceitarem o desafio hercúleo de fazer muito, com pouco. Com o mero fito na manutenção, a dupla de timoneiros foi obrigada a saltar etapas na preparação pré-competitiva, quer pelas dificuldades em reunir uma equipa equilibrada, quer pelas complicações inerentes às contratações.
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