Teve lugar nas instalações da Grestel, em Vagos, o primeiro teste à escala industrial de cozedura de peças de cerâmica utilitária com uma mistura de gás natural e até 50% de hidrogénio. Numa altura em que o setor ainda está muito dependente dos combustíveis fósseis, a empresa vaguense dá mais um passo no caminho da transição energética e da descarbonização, alinhando-se com as metas nacionais e europeias para 2050.
Às 9 horas da manhã do dia 4 de outubro, o forno ainda estava quente. “Acabámos de o abrir”, anunciava o diretor fabril Carlos Pinto. Mais de 260 peças cerâmicas de tableware repousavam, empilhadas por vários tabuleiros, expostas ao olhar atento de Carlos e da sua equipa.
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