Cultura

Gândara em frases juntas

Vagos
Nuno Margarido

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“Construir as imagens de um passado como a matança do porco, as idas à praia, a cozedura da broa no forno a lenha, a arte xávega, a casa gandareza…”. Poucas frases retratam de forma tão simples o propósito das coletâneas poéticas Terras da Gândara. Apresentado no passado dia 23 de julho e integrado nas Festa de São Tomé de Mira, a obra coordenada por Frankelim Amaral une vários escritores que “estão, de certa forma, ligados à terra da Gândara. Uns estão cá a residir, outros estão emigrados mas todos têm uma ligação à Gândara”. 


A obra, lançada há pouco mais de um mês, reúne vários autores que percorrem os caminhos da prosa e da poesia. Autores já com algum reconhecimento público, como António Canteiro, Cândida Ferreira ou Adélio Amaro, ou nomes menos conhecidos do grande público. De Vagos? O próprio Frankelim Amaral e Irene Mineiro - os dois de Covão do Lobo, para sermos mais precisos. 


[Notícia completa no jornal impresso]

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