O Tribunal de Família e Menores de Aveiro condenou o jovem de 14 anos acusado de matar a mãe, Susana Gravato, ex-vereadora da câmara de Vagos, à medida tutelar educativa mais gravosa prevista na lei portuguesa: três anos de internamento em centro educativo, em regime fechado. Ficou ainda determinado acompanhamento pedopsiquiátrico mensal e acompanhamento psicológico regular, semanal ou quinzenal, estendendo-se o apoio especializado ao pai e ao irmão. A decisão foi conhecida a 17 de abril, numa sessão pública de leitura do acórdão, embora o julgamento tenha decorrido à porta fechada.
O coletivo de juízes – composto por uma juíza de carreira e dois juízes sociais – deu como provado que o jovem cometeu um crime de homicídio qualificado, ao disparar duas vezes sobre a mãe, na cabeça, na residência da família, na Gafanha da Vagueira, no dia 21 de outubro de 2025.
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